A CP - Comboios de Portugal associou-se à Cruz Vermelha Portuguesa numa campanha com o objetivo de apoiar famílias em situação de grande vulnerabilidade, através da iniciativa do Cartão Dá/CVP.
Numa campanha que sensibiliza para a importância do apoio a populações mais vulneráveis, a CP - Comboios de Portugal disponibiliza no seu website oficial, no interior dos Comboios Urbanos de Lisboa e Porto, bem como no exterior do comboio Intercidades que liga estas duas cidades, informação sobre a nova metodologia de apoio, lançada pela Cruz Vermelha Portuguesa, através do Cartão Dá/CVP.
O CARTÃO DÁ/CVP, permite que as famílias façam as suas compras mensais, escolhendo os produtos que melhor se adequam às suas necessidades, podendo incluir nas suas refeições legumes, carne ou peixe. Este cartão tem um saldo equiparado ao valor dos cabazes de alimentos entregues até então e pode ser usado em compras nas lojas Continente ou Continente online por todo o país.
Com esta iniciativa a CVP, com o apoio da Sonae FS e da CP- Comboios de Portugal, pretende dignificar as populações vulneráveis e capacitá-las para a sua autonomia. Por forma a ajudar na gestão deste orçamento mensal, estas famílias são acompanhadas pelos Assistentes Sociais da Cruz Vermelha que fazem o trabalho de capacitação para os produtos a escolher.
Segundo Susana Marques, Secretária Geral da Cruz Vermelha Portuguesa, “acreditamos que com a ajuda da CP- Comboios de Portugal vamos conseguir fazer chegar uma mensagem clara e robusta de Responsabilidade Social aos portugueses. Se até 2019 apoiávamos, através das nossas estruturas locais, mais de 40 mil famílias, em 2020 estes números aumentaram significativamente, ultrapassando as 70 mil. Muitas destas famílias, por razão da Pandemia, perderam as suas fontes de rendimento e viram-se obrigadas a pedir ajuda. A COVID-19 veio identificar a fragilidade de muitos lares que viviam já no limiar da sua gestão orçamental. Este projeto inovador do cartão Dá/CVP tem tudo para ser um sucesso porque, não só dignifica as pessoas que dele podem usufruir, como capacita as famílias para a sua gestão mensal e, não menos importante, satisfaz uma preocupação que tínhamos em incluir frescos, carne e peixe nas suas mesas. Para os mais resistentes a esta mudança, gostamos sempre de salientar os relatórios existentes que nos mostram que 96% das compras foram produtos alimentares (dos quais metade em frescos e congelados), 5% em produtos de higiene e limpeza e apenas 1% em bebidas alcoólicas. Estes são dados que nos motivam diariamente”.



